Vai al contenuto principale

Tiago Margarido destaca exibição do Nacional, Luís Freire enaltece triunfo em "campo difícil"

Luís Freire, treinador do Vitória SC
Luís Freire, treinador do Vitória SCHOMEM DE GOUVEIA/LUSA

Declarações na conferência de imprensa, após o jogo Nacional-Vitória SC (1-2), da 32.ª jornada da Liga Portugal, disputado este sábado no Estádio da Madeira, no Funchal.

Siga aqui as incidências do encontro

Tiago Margarido (treinador do Nacional):

"Nós não vivemos de vitórias morais, contudo, importa contextualizar tudo aquilo que aconteceu. Defrontamos um Vitória SC fortíssimo, que está a fazer um excelente campeonato, que fez uma Liga Conferência fantástica e, mesmo assim, tivemos a capacidade de dividir o jogo.

Na primeira parte, acabaram por chegar à vantagem, a meu ver, de forma injusta, quando o jogo estava repartido. Estávamos a ceder o domínio do jogo, mas de forma consentida, pois estávamos a criar boas zonas de pressão para depois sair em transição.

Na segunda parte, conseguimos provar que o futebol tem muita crueldade. Entramos bem, conseguimos condicionar a primeira fase do Vitória SC, fomos mais ambiciosos, e a verdade é que marcaram o 2-0 sem que nada o fizesse prever.

Mesmo assim, tivemos a capacidade de nos mantermos dentro do jogo e acabamos por reduzir o resultado. Procuramos de todas as formas e prova disso são os 11 remates contra três na segunda parte".

Luís Freire (treinador do Vitória SC):

"Sabíamos que ia ser um jogo complicado, não é fácil jogar aqui. O Nacional ganhou aqui ao FC Porto (2-0) e ao Santa Clara (2-0), que é um adversário que está perto de nós. Tínhamos de vir aqui e tentar a vitória, dar tudo por tudo. 

Entramos bem no jogo, com bola e boa circulação. O Nacional entrou em 5x4x1, mais fechado e na expectativa. Nós começamos a circular bem (a bola) e, numa dessas jogadas, marcamos um grande golo, pelo Tiago Silva, numa execução muito boa. Até ao intervalo, o Nacional também teve algumas chegadas, mas sem criar muito perigo. Penso que o nosso guarda-redes não faz uma defesa na primeira parte inteira. 

O Nuno Santos foi protagonista no segundo golo, com uma grande jogada, em que acaba por assistir muito bem para o Chucho Ramirez fazer o 0-2. A partir dai, o Nacional não tinha nada a perder e arriscou tudo na frente. E se tivéssemos feito o 0-3, pelo Vando Félix, o jogo acabava. 

O 1-2 depois abriu o jogo. A partir daí, com 15 minutos para acabar, o Nacional, a perder, foi todo para frente. Este é um campo muito difícil, o Nacional é uma equipa muito combativa mas nós soubemos estar e fechamos muito bem o jogo".

Leia a crónica do encontro

Calcio