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Após cravar Copa de 2030 com 64 seleções, presidente da Conmebol recua

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Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol
Alejandro Domínguez, presidente da ConmebolCHRISTIAN ALVARENGA / GETTY IMAGES SOUTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, recuou após afirmar que a Copa do Mundo de 2030 teria 64 seleções. Em nova publicação nesta terça-feira (21), o dirigente passou a dizer apenas que a entidade trabalha para que a expansão seja aprovada pela FIFA.

"Trabalhamos para garantir que a Copa do Mundo de 2030 conte com 64 seleções, em homenagem ao centenário da Copa do Mundo", escreveu Domínguez.

Na sequência, ele defendeu que um Mundial com mais seleções amplia as oportunidades para mais países e impulsiona o desenvolvimento do futebol.

A mudança de discurso ocorre um dia depois de o presidente da Conmebol dar como certa a ampliação do torneio. Em publicação anterior, Domínguez afirmou que "o Mundial de 2030 será disputado com 64 seleções", mas a FIFA ainda não oficializou qualquer mudança no formato da competição.

O presidente da entidade máxima do futebol, Gianni Infantino, já confirmou que a possibilidade de ampliar o torneio para 64 participantes será debatida, mas nenhuma decisão foi tomada até o momento.

A Copa do Mundo de 2026 foi realizada de 11 de junho a 19 de julho na América do Norte. Veja o que de melhor aconteceu no torneio:

 

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Pelo planejamento atual, Uruguai, Argentina e Paraguai receberão apenas os jogos de abertura da Copa de 2030. Caso a FIFA aprove a expansão para 64 seleções, o cenário pode mudar: os três países sul-americanos passariam a sediar grupos completos, com quatro seleções cada.

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